O calor e o período de férias aumentam o risco de acidentes com aranhas no Paraná. Dados da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) mostram que o Estado já registrou mais de 28 mil casos entre 2023 e 2025. Entre as regiões com mais ocorrências está a 5ª Regional de Saúde de Guarapuava, com 2.238 casos, segundo números preliminares.
Somente em 2025, o Paraná já contabiliza 8.467 acidentes com aranhas. No ranking das regionais, Guarapuava aparece atrás apenas da Região Metropolitana de Curitiba, Ponta Grossa e Pato Branco.
A Sesa alerta que o calor aumenta a movimentação desses animais e que os cuidados precisam ser redobrados, principalmente dentro de casa. As duas espécies que mais preocupam são a aranha-marrom e a aranha-armadeira.
Com mais de 28 mil acidentes registrados no Paraná desde 2023, Guarapuava aparece entre as regiões que mais concentram casos de picadas de aranhas, segundo a Secretaria da Saúde.
A aranha-marrom é a responsável pela maioria dos acidentes domésticos. Ela costuma se esconder em locais escuros, como atrás de móveis, quadros e dentro de sapatos. Sua picada quase não dói na hora, mas pode causar feridas graves horas depois. Já a aranha-armadeira é mais agressiva e sua picada provoca dor imediata e intensa.
Em caso de picada, a orientação é procurar atendimento médico imediatamente. Também é recomendado lavar o local com água e sabão e, se possível, levar o animal ou uma foto para ajudar na identificação. Não se deve fazer torniquete nem usar receitas caseiras.
Para evitar acidentes, a Secretaria de Saúde orienta medidas simples, como sacudir roupas e calçados antes de usar, afastar camas das paredes, vedar frestas de portas e janelas e manter quintais limpos, sem entulho perto das casas.
A Sesa informa que a rede de saúde do Paraná está abastecida com os soros necessários e reforça que a prevenção é a melhor forma de evitar acidentes.
Atento News, com informações da AEN-PR