Um morador de Guarapuava enfrenta um prejuízo de mais de R$ 150 mil após ter a carreta furtada do pátio de um posto de combustíveis às margens da BR-277. O crime ocorreu na noite de 21 de maio e, mais de três meses depois, o veículo ainda não foi localizado. A reportagem é da TV Tarobá e foi exibida nesta sexta-feira (29) no Jornal Tarobá 1ª Edição.
Morador relata como aconteceu o furto
Diego Willian de Siqueira contou que havia adquirido a carreta pouco tempo antes do crime. “Eu sou autônomo. Sou proprietário, não trabalho com caminhão, mas sou proprietário de caminhão. Ela (carreta) tava no pátio do posto e o indivíduo chegou no dia 21/05, era umas 8:30 da noite. Engatou ela e foi embora. Pegou sentido Cascavel e depois disso não foi visto mais”, disse.
Veículo ainda não estava em seu nome
Segundo Diego, o veículo estava parado porque ainda passava por ajustes.
“Na verdade eu tinha acabado de comprar ela, fazia umas três semanas. No dia que eu mandei a documentação pro Detran de manhã, à noite furtaram”, relatou.
O furto só foi percebido no dia seguinte, quando funcionários do posto notaram a ausência do veículo. “Aí eu peguei as filmagens do posto e algumas filmagens aqui da marginal e consegui ver o caminhão que furtou ela, mas infelizmente não consegui pegar placa.”
Prejuízo passa de R$ 150 mil
O impacto financeiro é alto. “Eu acredito que deu uns 150 mil de prejuízo, contando com o valor da carreta e mais o período que tá parado o caminhão sem trabalhar”, afirmou.
Cobrança por mais investigação
Diego também critica a falta de retorno sobre as investigações. “A gente se sente desprotegido, na verdade, porque com tanta câmera de monitoramento aqui na BR e não consegue imagem nenhuma, então a gente se sente meio de mãos atadas. E que nem o investigador falou pra mim: se cair numa fiscalização da polícia, eles vão pegar. Então, quer dizer, se não passar nunca numa fiscalização, nunca vai ser encontrada, né?”, desabafou.
Ele suspeita que a carreta possa ter seguido pela PR-466, no sentido ao norte do estado.
A TV Tarobá entrou em contato com a Polícia Civil, o Batalhão de Polícia Rodoviária Estadual e a concessionária EPR Iguaçu, que administra o trecho da BR-277 na região. A Polícia Civil informou que vai verificar as informações, e a concessionária disse que dará retorno ao pedido. A PRE ainda não havia respondido.
A reportagem é da TV Tarobá