
Catador de recicláveis lamenta a casa levada pelo vento em Rio Bonito do Iguaçu
A casa que ele ergueu com tanto esforço virou um amontoado de tábuas partidas. Gilberto, catador de recicláveis, ainda tenta entender o que restou depois da ventania. Vive com pouco: R$ 1.700 por mês, mas disse que ali, naquele canto simples, morava o seu sonho. “Era um sonho aqui. Acabou








